quinta-feira, 30 de outubro de 2014


Integrantes: André Elias, Matheus Franklin, Matheus Vinícius, Pablo Gomes e Fernanda Macedo

Turma: 1001/ TI-1

Professor: Enos

Escola: Escola Estadual Governador Israel Pinheiro




Segue abaixo os textos sobre o tema "Maio Ambiente" com diferentes gêneros textuais.



















Fontes: Brasil.gov.br
Estadão
Planetasustentavel.abril.com.br
revistaplaneta.terra.com.br
http://meioambientesemi.blogspot.com.br



Texto autoral André Elias




MEIO AMBIENTE


 Hoje oque se vê se tratando de meio ambiente é o total descaso com o futuro do planeta, a maioria das pessoas não se importam em preservar nada, só querem consumir não importando oque será deles mesmo em futuro não tão distante.
  Já estamos passando por dificuldades com a falta de água, um dos resultados do descaso com a economia de água, oque poderia ser evitado apenas desligando a torneira ao lavar a louça, ou tomando banhos mais curtos.
  Enfim, oque se pode ser feito a partir de agora todos já sabem, precisamos é apenas seguir esses conselhos a todo custo para ter um futuro descente pra você, para seus filhos e seus netos.

André Elias
Resenha Crítica

Meio Ambiente e Sustentabilidade


As questões ambientais tomaram força nos últimos anos. As consequências da degradação do planeta presentes no dia a dia chamam nossa atenção proporcionando que esse tema seja abordado constantemente. Muitas são as propostas para reversão dessa situação alarmante e viabilização da sustentabilidade. O artigo lido traz a conscientização das pessoas como ponto principal para a conservação do meio ambiente. Combater a degradação do planeta através da educação ambiental e incentivo de práticas diárias por cada cidadão que gerem a sustentabilidade, propondo transformar em hábito o consumo responsável e consciente das reservas naturais. Sem dúvida nenhuma as pequenas ações sustentáveis embutidas na rotina de cada um geram uma minimização gradativa dos danos à natureza. É fato que a adoção de atitudes que promovam a diminuição do desperdício e poluição começando de casa, depois irão se perpetuar naturalmente em todo lugar. Porém o texto em questão não aborda que é imprescindível uma vontade política dos nossos governantes a favor da sustentabilidade, proporcionado o progresso sem causar danos desnecessários ao meio ambiente. A criação de normas favoráveis à natureza não basta se as punições para crimes ecológicos não forem rigorosas. Da mesma forma que a conscientização da população incentivando práticas sustentáveis é insuficiente se não forem fornecidos meios para se colocar atitudes ecológicas importantes em prática. Do que vale o cidadão separar o lixo se na sua cidade a coleta não é seletiva? De que forma usar mais bicicletas como meio de transporte se não há ciclovias? Como pessoas menos favorecidas podem parar de jogar detritos nos rios se a rede de esgoto não é satisfatória? Chegamos à conclusão que o ponto de vista do texto é positivo, porém não é suficiente. É necessária a junção das forças tanto sociais quanto políticas para promover verdadeiramente a sustentabilidade. Só através do equilíbrio entre ações e conscientização será possível se promover o desenvolvimento sem comprometer ainda mais o meio ambiente. UNIFACS SPV2AR


EDITORIAL - Política essencial ao meio ambiente

 Tem merecido destaque e cada vez mais atenção uma questão fundamental ao meio ambiente, que se constitui em difícil desafio a ser superado pelas cidades em todo o Brasil. Trata-se do acúmulo de resíduos sólidos, o que demanda destinação adequada, tarefa que não tem se mostrado nada fácil. Enquanto em muitos locais não se adotam as soluções corretas, o que se vê são aterros sanitários que se tornam obsoletos rapidamente e, pior, lixões que ocupam a paisagem urbana e contaminam solo e fontes de recursos hídricos.
       A gravidade da situação já foi assinalada pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que afirmou em audiência pública que os resíduos sólidos são talvez o principal problema ambiental do País na atualidade, associado ao tratamento de esgoto. Para fazer frente a esse cenário, ela defendeu a aprovação do projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
        Ainda de acordo com a ministra, esse traz propostas estratégicas para a eliminação dos lixões no País, a implementação de aterros sanitários e a substituição dos depósitos a céu aberto por consórcios municipais, especialmente em cidades de pequeno e médio porte. E ainda a utilização do lixo para a geração de energia elétrica.
       Ponto importante na proposta é o incremento da reciclagem, o que reduz a pressão sobre o ambiente, melhora a qualidade de vida e gera renda. O potencial nesse campo é enorme, tendo em vista que 80% da população brasileira vive em cidades e cerca de 40% do lixo urbano no Brasil pode ser reaproveitado. No entanto, menos de 10% dos municípios possuem coleta seletiva. Outro setor que tem muito a avançar é o da construção civil, que gera quantidade enorme de resíduos que, muito frequentemente, podem ser reutilizados. Com isso, diminui-se a geração de lixo e a exploração de recursos naturais.
       Há décadas o Brasil discute, sem sucesso, a necessidade de uma política para lidar com o lixo. A maior consciência social sobre o tema e também a gravidade da questão deveriam funcionar como um estímulo para que finalmente se implementem regras que favoreçam as medidas necessárias. O PL deve ser debatido com a sociedade e entre os parlamentares e aprimorado para então ser aprovado. Porém, as providências são urgentes, não é possível mais protelá-las. E, superada a fase da criação da legislação, é essencial que ela seja efetivamente colocada em prática.
       A passagem do Dia do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, seria uma boa oportunidade para agilizar a matéria.

Eng. Murilo Celso de Campos Pinheiro

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Reportagem

  Ação busca recuperar habitat do mico-leão-dourado

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) firmou parceria com a Casa da Moeda do Brasil (CMB) para recuperar o habitat do mico-leão-dourado no Rio de Janeiro.
O Termo de Reciprocidade foi assinado pelos presidentes das duas instituições, Roberto Vizentin e Francisco de Assis Leme Franco, nessa quarta-feira (29), na Reserva Biológica (Rebio) União (RJ).
O documento trata da Recomposição Florestal de Áreas Degradadas da Unidade de Conservação (UC) e da Neutralização de Gases Efeitos Estufa da CMB. 
Durante a cerimônia, a Casa da Moeda do Brasil se comprometeu, voluntariamente, a plantar 205.051 árvores nativas de Mata Atlântica com ocorrência natural na Rebio União, um investimento total de aproximadamente R$ 4,3 milhões.
A recomposição da vegetação nativa de Mata Atlântica será feita nas áreas onde estão sendo erradicados os eucaliptos no interior da UC, em uma região de 130 hectares.
A iniciativa irá aumentar o habitat para o Mico-Leão-Dourado, espécie de primata endêmico da região e que está ameaçada de extinção. O animal também é retratado na cédula de R$ 20, o que motivou a escolha da Reserva pela CMB para execução do reflorestamento. 
O Termo foi elaborado, em conjunto, pelas duas instituições. Anexo ao documento, está o Plano de Trabalho, onde a CMB se compromete, também,  a contratar uma empresa especializada em reflorestamento para continuar o plantio das mudas, assim como conduzí-las por 48 meses. O objetivo é garantir a recomposição florestal da área e a neutralização dos gases efeito estufa.
As primeiras mudas foram plantadas pelos presidentes das duas instituições e demais autoridades e servidores da CMB e da REBIO União, Parque Nacional de Jurubatiba, REBIO Poço das Antas, Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João e da Coordenação Regional no Estado do Rio de Janeiro – CR8, presentes na solenidade.
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,ambiente-proposta-de-alckmin-ainda-nao-foi-formalizada,1585123
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Artigo de Opnião

Meio ambiente é tudo e não apenas arvores e animais como é falado

Vamos tratar do tema “Meio Ambiente”. Afinal, o que é isso? Do que estamos falando?
Podíamos utilizar as mais diversas definições, de livros, de leis ou de vários filósofos que se arriscam em definir o que significa esse termo, mas prefiro ousar e criar a minha definição: “Meio Ambiente é Tudo!”. Não somente árvores e animais, como é muito difundido por aí, mas sim, objetos, estruturas, elementos da natureza e, principalmente, as pessoas!
Digo “principalmente”, não por achar que somos superiores do que os demais seres vivos existentes no planeta, mas sim, por acreditar que nós, seres humanos, temos uma grande responsabilidade sobre tudo isso que acontece ao nosso redor, pois somos seres “racionais”, e aí é que mora o perigo, os problemas e as soluções.
Sendo racionais, isso faz com que nos achemos superiores (antropocentrismo), que podemos controlar tudo ao nosso redor, os recursos naturais e os seres vivos “inferiores”. Uma mera ilusão, pois sabemos o tempo todo de desastres ambientais que afetam a vida humana. O que nos cabe é assumir algumas responsabilidades e tomar providências para que esse cenário seja revertido pois, quem sofrerá as consequências somos nós mesmos.
O planeta sobreviverá, com ou sem seres humanos. Não podemos continuar sendo o câncer presente nesse lugar tão belo e cheio de vida.
Mas como se começa uma mudança num meio ambiente que é tudo? Trago propostas de solução, utilizando informações e práticas obtidas durante o curto período em que estou em atividade como ambientalista (título questionável por mim mesmo, mas que facilita o entendimento).
Minha meta como ser humano é chegar à vida que os índios tem ou, pelo menos, já tiveram antes dos portugueses chegarem até aqui. Por exemplo, num momento do nosso desenvolvimento, buscávamos impermeabilizar todo o solo e derrubar árvores. Atualmente, já está se tornando senso comum que precisamos tornar áreas permeáveis e reflorestar.
Trazendo isso para a nossa realidade, podemos construir com materiais naturais como: terra e bambu. Também precisamos encontrar meios de reduzir o uso de combustíveis fósseis, consumir menos, limpar a nossa água, o nosso ar, o nosso solo...
Temos muito que fazer, a prioridade é que sejamos felizes e, com a desigualdade social, descaso ambiental e capitalismo selvagem no qual vivemos, as coisas ficam muito mais difíceis.
Buscarei mostrar que todas as disciplinas precisam se conversar e como isso pode ser feito. Soluções existem, só nos resta dar o primeiro passo.